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Alô Nação!

Thales Fernandes

Ressaca pós-Libertadores precisa ser curta no Cruzeiro; tem final daqui a cinco dias

Análise: ressaca pós-Libertadores precisa ser curta no Cruzeiro; tem final daqui a cinco dias
Decisão da Copa do Brasil passa a ter valor ainda maior para o clube celeste e vai representar, em caso de conquista, o retorno à Libertadores na próxima temporada

O Cruzeiro empatou com o Boca Juniors, no Mineirão, e está eliminado da Libertadores. Ponto final. A arbitragem foi polêmica, a expulsão (outra) de Dedé rendeu reclamações, questões políticas foram levantadas, e o clima no Gigante da Pampulha após o jogo dessa quinta era de muita revolta. Apesar de tudo isso, depois de uma boa (ou nem tão boa) noite de sono, o Cruzeiro precisa começar a sexta-feira de cabeça fria e com outra mentalidade. Não há tempo para lamentar.

O presidente Wagner Pires de Sá saiu do Mineirão chamando o árbitro de “vagabundo”, entre outras coisas. Mano Menezes viu “coisas anormais” no confronto com os argentinos. Egídio denunciou que o árbitro o provocou em campo. Dedé declarou que se vê perseguido pela arbitragem. O desafio do Cruzeiro é, agora, esquecer tudo isso e focar na preparação para o próximo jogo. Precisa fazer isso “pra ontem”. Não é um jogo qualquer.

Mano Menezes terá quatro dias para preparar a equipe para a grande decisão (o time folga no domingo, dia das eleições). É extremamente importante que as energias do time e da comissão técnica sejam concentradas no próximo compromisso. E ajuda, também, se a torcida tiver a mesma postura. Se o clube achar que deve brigar e contestar algo que aconteceu no Mineirão nessa quinta, que faça sem muito alarde e nos bastidores. A final da Copa do Brasil vale muito (muito mesmo!) para o Cruzeiro.

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